A escola que temos,necessita de uma reformulação para atender a essa nova realidade educacional,e para isso é necessário a implementação de um projeto político pedagógico,criado por todos os segmentos da escola,onde os mesmos através de um diagnóstico irão conhecer a realidade vivenciada por ela(a escola) e elaborarde forma coletiva um plano de ação que amplie a qualidade dos serviços oferecidos por ela.
Sem conhecer a realidade da escola,torna-se impossível elaborar um currículo que reflita o meio cultural e social onde ela está inserida.
As propostas curriculares devem reconhecer e valorizar os alunos em suas especificidades .É importante salientar que a heterogeinidade que dinamiza os grupos ,dando vida ,funcionalidade e sucesso e pensarmos no respeito que devemos ter com as potencialidades de cada um,cada um possui sua própria identidade.
A escola tem que ter como meta principal o sucesso do aluno e a aprendizagem como centro das atividades escolares,independetimente do desempenho de cada um,essas são condições essenciais para o caminho da inclusão.
Incluir é fazer uso de recursos,ferramentas e tecnologias que concorram para o estreitamento das barreiras existentes ao processo de ensino aprendizagem.
Apesar de muito se ter conseguido,ainda temos educadores resistentes à inclusão e que ainda insistem em trabalhar enfatizando conteúdos programáticos ,proposta de trabalho divergente com a experiência e interesses do aluno,enfim uma postura excludente.
Precisamos utilizar práticas de ensino que vão de encontro aos interesses do alunos com os quais trabalhamos,adotando a formação de pessoas críticas,autônomas ensinando a todos a valorizar e respeitar as diferenças e crescer com elas.Assim todos terão condições reais de aprendizagem,desenvolvendo laços de harmonia e colaboração com uma troca constante de saberes e experiências.